IMPACTO DO EFLUENTE TRATADO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO NA QUALIDADE DE ÁGUA DO RIO DE ITAPETININGA, SP

Vinícius Mori Válio, Sâmia Maria Tauk-Tornisielo, Eleni Nadai Malagutti, Eduardo Beraldo de Morais, Francisca de Assis Mattioli Gonçalves, Amanda Lodovico de Alcantara

Resumo


Este estudo analisou o impacto do lançamento de efluentes da estação de tratamento de esgoto (ETE) sobre a qualidade da água do rio Itapetininga, SP, desde que o efluente é descartado no córrego Ponte Alta, um afluente do rio estudado. Os parâmetros, medidos mensalmente durante um ano, foram Escherichia coli (NMP/100 mL), demanda bioquímica de oxigênio (DBO) (mg.L-1), oxigênio dissolvido (OD ) (mg.L-1), fósforo total (TP ) (mg.L-1) e nitrogênio total (NT ) (mg.L-1), de acordo com as metodologias estabelecidas pelo standard Methods para o Exame de Água e Esgoto. Os valores de E. coli variaram entre 385,0 ± 411,0 e 50.650,0 ± 27.477,0, sendo que os maiores valores no rio Itapetininga foram encontrados após receber as águas do córrego Ponte Alta. Para DBO os valores encontrados variaram de 19,9 ± 8,4 a 10,4 ± 5,0 e para OD entre 6,0 ± 1,5 e 5,6 ± 1,0. Os valores determinados de outros fatores estudados demonstraram a necessidade do tratamento de esgoto doméstico no rio em estudo.

Palavras-chave


Escherichia coli; Qualidade da Água; Esgoto Doméstico; Índice da Qualidade da Água

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DOI: https://doi.org/10.14295/holos.v13i2.8109

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HOLOS ENVIRONMENT, Rio Claro, SP, Brasil - - - eISSN (eletrônico): 1519-8634 - - - está licenciada sob Licença Creative Commons

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